20 de julho de 2011

MEI - Micro Empreendedor Independente

Você, amigo ou amiga, que até tem uma profissão, e até trabalha para si mesmo, é o que atende ao o que chamamos de "profissional liberal" ou então melhor, um "autonomo", "contribuindo junto ao INSS em sua autonomia", saiba que você pode regularizar-se com o governo federal, e ganhar o status de Micro Empreendedor Individual, podendo ter alvará e até emitir notas fiscais e até ter um CNPJ todo seu, quer saber como?
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22 de maio de 2011

A oportunidade certa, mas em momento errado!


Quando finalmente um governo, dá o devido e merecido valor a um sistema operacional, até então considerado unicamente como alternativo, algumas coisas infelizmente acabam dando errado para a alegria de uma certa minoria que é elite de mercado mundial do sistema operacional proprietário que é dominante no mundo.
Sim, quando o nosso governo brasileiro, em plena administração do senhor ex-presidente excelentíssimo Luiz Inácio Lula da Silva, promoveu um projeto que vinha à beneficiar tanto o governo federal como também a população nacional, através de adoções das dezenas dos sistemas operacionais livres e abertos, como é o caso das distribuições GNU Linux, como também várias das aplicações que funcionam sob estes sistemas operacionais anteriormente citado, infelizmente, a adoção do governo e a difusão de sua usabilidade doméstica, acaba não havendo resultados positivos, por favores que poderiam ser remediados, e não foram por possível incompetência dos que iniciaram a adoção do software livre a nível governamental e a nível difusão para uso doméstico.
Primeiramente, alguns dos que foram contrários a adoção do uso de distribuições Linux tanto à nível governamental quanto em nível de uso doméstico, utilizaram como principais argumentações as seguintes contra a adoção do software livre substituindo os proprietários já utilizados;
1. Nem todos os periféricos e dispositivos eram ou ainda são compatíveis com algumas das versões ou das distribuições dos sistemas operacionais GNU Linux, e podemos compreender como periféricos e dispositivos, os seguintes; impressoras, comuns ou multifuncionais, câmeras fotográficas digitais ou câmeras de vídeo de internet, a famosa webcam, modems e dispositivos em geral para realizar a conexão com a internet ou à redes de computadores, as vezes alguns sistemas operacionais Linux não eram compatíveis com periféricos e dispositivos padrões, tais como saída de vídeo, saída de áudio, dentre outros, isso por que os fornecedores dos periféricos unicamente forneciam em discos opticos (CDs), os arquivos necessários para o funcionamento do periféricos ou dispositivos unicamente para sistema operacional proprietário dominante, e o usuário, em sua natureza leiga e neófita, desconhece e prefere a continuar em desconhecer a culpabilidade dos fabricantes de periféricos e dispositivos em se negligenciar no fornecimento de compatibilidade com os sistemas operacionais livres e abertos GNU Linux.
2. O segundo argumento usado por pessoas que militaram contra a adoção do software livre e aberto a nível governamental e doméstico, alegaram as diferenças na usabilidade, ou o que chamamos de amigabilidade do software, que propõe a maneira de manuseio, ou operação do mesmo, em outras palavras, para usar um software livre e aberto, você deve reaprender a como usar um sistema operacional uma vez que as distribuições GNU Linux, não tem a obrigação de se comportar e de ser usado como são usados e como se comportam os sistemas operacionais proprietários, tal como o sistema operacional proprietário dominante internacionalmente e que por ser o mais usado se mantem mentalmente como uso padronizado na mente da população global. Em suma, os usuários do sistema operacional proprietário, reclamam das “dificuldades” assim por eles mencionados e descritos, em usar uma distribuição GNU Linux, isso por que as distribuições GNU Linux fazem quase tudo que o sistema operacional proprietário dominante faz, porém por caminhos e métodos diferentes do habituado pelos usuários que à anos utilizam o sistema operacional proprietário. As interfaces “características de aparência e modo de uso” das distribuições GNU Linux não tem a obrigação de seguir os padrões do sistema operacional proprietário dominante, apesar de que exista algumas distribuições e versões de sistemas operacionais livres e abertos GNU Linux que imitam ou simulam a forma de usar e aparência do sistema operacional proprietário dominante, mas ainda assim pequenas peculiaridades como instabilidades e pequenas diferenças ainda colocam os usuários ainda favoráveis ao sistema operacional proprietário dominante.
3, A terceira argumentação contra a adoção dos sistemas operacionais livres e abertos GNU Linux, tem haver com a falta de cursos que ensinem ou ensinassem, capacitando e facilitando aos usuários a estes novos e “misteriosos” sistemas operacionais livres e abertos, o governo ao adotar e difundir o uso dos sistemas operacionais livres e abertos, esqueceu de preparar o terreno, criando e facilitando a criação de novas instituições de ensino e cursos, e também comércios e lojas para dar suporte e assistência técnica especializada em distribuições GNU Linux, e mais incentivos fiscais para isso, possivelmente se cada usuário doméstico tivesse a seu alcance um número de profissionais em Linux disponíveis, como existe os técnicos e pseudo técnicos de bairro, de esquina, formatadores de computador, possivelmente na atualidade a realidade não seria a atual, não podemos nos iludir e garantir que as pessoas não trocariam as distribuições de sistemas operacionais livres e abertos GNU Linux pelo proprietário dominante, pois, muitas das pessoas que adquiriram computadores com distribuições de sistemas operacionais livres e abertos GNU Linux, assim o fizeram de prévia má-fé, em saber que, ao adquirir um computador sem o sistema operacional proprietário dominante, não viria embutido o preço da licença do mesmo, pois quando os computadores adquiridos vem com o sistema operacional proprietário dominante, o seu computador, paga pelo computador somado ao preço da licença de uso do sistema operacional proprietário dominante. Em suma, as pessoas compravam computadores com Linux para pagar mais barato e posteriormente chamava o seu “amigo técnicos de bairro” para remover o Linux e por o sistema operacional proprietário, de forma ilegal “pirata”, a um custo menor do que o custo da licença cobrada quando o computador é adquirido com o sistema operacional proprietário.
4. A quarta argumentação dos opositores à adoção de software livre e aberto no governo federal e a difusão para uso doméstico, é ou a de falta de suporte ou a existência do suporte, porém de forma inadequada, das comunidades, empresas ou das instituições que fornecem aquela dada distribuição do GNU Linux adotado, ou a ser adotado, assim em muitos casos as (comunidades, empresas ou instituições), não serem formadas por pessoas jurídicas, uma exigência formal de muitas instituições, dentre ela o governo federal de nosso país. Mas principalmente a falta de ou a existência porém inapropriada de uma instituição para prestação de suporte a ou às distribuições adotadas ou a serem adotadas. Algo que pode ser remediado pelo próprio governo, gerando incentivos fiscais, e apoio institucional a quem assim deseja-se criar ou manter órgãos, instituições, comércios, empresas, comunidades para prestação de suporte técnico especializado ao governo federal assim como também a usuários domésticos.

GNU Linux Ubuntu, e a sua disponibilização no mercado de computadores para usos domésticos .


Foi interessante perceber e assistir, em algum lugar temporal do ano de 2008, os primeiros computadores com sistemas operacionais livres e abertos, ou seja, algumas das distribuições de GNU Linux pré instalados sendo vendidos em redes de loja varejistas tais como Casas Bahia, Ricardo Eletro, Insinuante, Casa & Vídeo, Ponto Frio, Extra, dentre dezenas de outras lojas que na época eu percebia, os computadores preenchiam pré requisitos ditados pelo governo federal de um programa federal chamado “PC para Todos” ou “PC Conectado”, era interessante, os computadores que vinham pré instalados com alguma versão de sistema operacional livre e aberto GNU Linux, se mostravam bem mais baratos que os que vinham pré instalados com sistema operacional proprietário que tinha incutido no seu preço o valor além do computador, o da licença de uso legal do sistema operacional proprietário, começaram a aparecer os espertos que compravam e indicavam para as pessoas a comprar os computadores com sistemas operacionais livres e abertos por serem de custo quase zero, e consecutivamente, o seu proprietário pagava um pequeno valor para um amigo técnico de seu bairro, por uma versão pirata “ilegal” do sistema operacional proprietário.
Os usuários domésticos que, persistiram em experimentar as distribuições GNU Linux, acabaram se arrependendo, e assim como os demais, mandaram trocar o GNU Linux que vinham pré instalados nos computadores, por uma cópia ilegal “pirata” do sistema operacional proprietário mas usado e conhecido do mundo, e tiveram por base a deficiências em realizar algumas tarefas que estão demasiadamente aptos a fazer com mais facilidade no sistema operacional proprietário, tais como, a instalação de programas dos mais simples aos mais complexos, pois até para instalar certos programas em GNU Linux, não é tão fácil assim quanto se parece ser em sistema operacional proprietário, e alguns dos programas feitos para o sistema operacional proprietário, não podem se encontrados disponíveis para sistemas operacionais GNU Linux, há sim alguns programas feitos para GNU Linux que se equivalem, mas requer reaprender a usar, e isso os usuários domésticos se negam a fazer, e alguns dos softwares equivalentes feitos para GNU Linux que realizam tarefas ou igualmente ou semelhantemente aos softwares feitos para funcionar em sistema operacional proprietário, não conseguem fornecer totalmente os mesmos recursos ou os mesmos exatos resultados em ambas as plataformas, ou seja, ainda que haja um programa feito para GNU Linux que realize a mesma tarefa que outro programa feito para funcionar em sistema operacional proprietário, aparentemente o programa feito para funcionar em sistema operacional proprietário, parece atender melhor ou satisfatoriamente o usuário doméstico do que aquele outro equivalente feito para fazer a mesma coisa ou coisa similar só que funcionando em sistema operacional aberto e livre, ou seja, uma distribuição GNU Linux.
Uma outra coisa a salientar, é que algumas pessoas não conseguiam usar e ou as vezes sequer instalar seu jogo de preferência, seja por que os computadores que vinham com GNU Linux eram muito limitados em recursos (memória RAM, memória de vídeo, processamento, armazenamento “disco rígido”) ou por que a distribuição que vinha, não dava nenhuma compatibilidade aos jogos que a pessoa queria, seja por que não tinha um Wine, Cedega ou Crossover, ou por que até tinha na distribuição GNU Linux, mas ou o Wine, Cedega ou Crossover não se compatibilizavam com os jogos que a pessoa queria, ou então se conseguia sim instalar o jogo, mas eram encontradas significativas dificuldades, como lentidões, travamentos, perda de dados, problemas com imagens ou com áudio, ou o tempo de resposta do jogo ao controle do joystick, ou seja, as distribuições GNU Linux sempre tiveram até o presente momento como um dos seus calcanhar de aquiles, a compatibilidade em fazer funcionar via ou através de emulação os jogos feitos para funcionar especificamente em sistema proprietário, que os seus criadores e mantenedores não disponibilizam para a plataforma GNU Linux cópias funcionais.

Por que a distribuição “GNU Linux” chamada de “Ubuntu” não emplacou como poderia ou deveria?


No decorrer destes últimos anos, uma das centenas de distribuição GNU Linux tem se mostrado a mais eficaz e eficiente a concorrer como sistema operacional alternativo ao sistema operacional proprietário e dominante, o nome dessa distribuição é Ubuntu, seu nome significa “humanidade para os outros”, sua criação é de natureza é africana, e sua difusão é responsabilidade de uma entidade chamada Canonical.
Essa distribuição GNU Linux, tem a cada mês de cada ano se difundido e ganhando mais e mais adeptos por causa da sua facilidade de uso, alguns de seus usuários ousam até mesmo declarar abertamente que ela é mais fácil de ser usada que o sistema operacional proprietário dominante mundialmente, outros já contradizem essa alegação, a grande questão é que de todas as atuais distribuições GNU Linux, a Ubuntu tem se demonstrado a mais amigável dentre as amigáveis, em outras palavras a mais fácil de usar entre todas as fáceis, devido a isto, a sua popularidade tem crescido a medida do tempo, não é requerido muito conhecimento para manipular uma distribuição Ubuntu, assim dizem os apreciadores desta distribuição, e que parece ser uma verdade, qualquer pessoa aparentemente consegue se virar mediante a uma distribuição Ubuntu, agora, aqueles que ainda estão presos aos conceitos de usabilidade do sistema operacional proprietário e mundialmente famoso e dominante, sempre encontraram e encontrarão algum motivo para se queixar, isso é um fato irrefutável, qualquer mentalmente amante do sistema operacional proprietário mais usado do mundo, sempre terá alguma queixa, isso se dá por que para estes apenas os métodos, apenas os modos de como o sistema operacional proprietário são os métodos e modos certos de fazer as coisas, eles não mantém a mente aberta para aprender ou reaprender a fazer as mesmas coisas de formas diferentes, e procuram motivos para mau dizer ou caluniar o Ubuntu, e qualquer distribuição GNU Linux que eles se depararem.
A distribuição, que é o sistema operacional aberto e livre chamado GNU Linux Ubuntu, não emplacou e ainda não está emplacando entre os usuários domésticos com maior afinco, não por problemas técnicos como alguns podem pensar ou imaginar, mas por maior falta de criação de cursos para ensinar as pessoas coisas triviais, apesar da distribuição ser mais fácil de tal forma que muitos acreditem não precisar de curso, ainda há peculiaridades de qualquer distribuição GNU Linux que também são encontradas no Ubuntu e que para um usuário doméstico faz muita e grande diferença, coisas banais, mas que para algumas pessoas são muito importantes, tais como perguntas como;
1. Onde foi parar o A: C: D: E: F: ...?, Como eu faço para formatar um disquete?
2. Onde foi parar o MSN?, o Internet Explorer?, o Paint?, o MovieMaker?, o MediaPlayer?
3. Como eu salvo esse documento no disquete?, ou PenDrive?, ou CD?, ou DVD?
4. Como eu me conecto na Internet?, Como eu acesso meu celular por ele?
5. Cade o Word, Excel e o PowerPoint? E o Corel? E o PhotoShop? E o …?
Como podemos ver, são perguntas simples de responder, mas isso, para mim, e possivelmente para você, mas para os usuários iniciantes, são algumas dentre dezenas ou centenas das primeiras perguntas feitas por usuários novatos, e somente um curso com um professor ou instrutor paciente e bem remunerado para responder, e ensinar que existem programas e métodos equivalentes, e também onde encontrar estes programas e métodos equivalentes para usufruir, que é uma das grandes barreiras, pois alguns usuários ao se deparar com a ausência de certos programas, ou métodos de fazer as coisas, a pessoa passa logo a pensar em voltar a usar aquele sistema proprietário, e tem alguns métodos e programas que dão uma canseira, dão uma bronca de tão complicado de manipular, e por isso se faz sim necessário algum professor ou instrutor para ensinar os novatos, ainda que alguns discordem disso.

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