Quando finalmente um governo, dá o devido e merecido valor a um sistema operacional, até então considerado unicamente como alternativo, algumas coisas infelizmente acabam dando errado para a alegria de uma certa minoria que é elite de mercado mundial do sistema operacional proprietário que é dominante no mundo.
Sim, quando o nosso governo brasileiro, em plena administração do senhor ex-presidente excelentíssimo Luiz Inácio Lula da Silva, promoveu um projeto que vinha à beneficiar tanto o governo federal como também a população nacional, através de adoções das dezenas dos sistemas operacionais livres e abertos, como é o caso das distribuições GNU Linux, como também várias das aplicações que funcionam sob estes sistemas operacionais anteriormente citado, infelizmente, a adoção do governo e a difusão de sua usabilidade doméstica, acaba não havendo resultados positivos, por favores que poderiam ser remediados, e não foram por possível incompetência dos que iniciaram a adoção do software livre a nível governamental e a nível difusão para uso doméstico.
Primeiramente, alguns dos que foram contrários a adoção do uso de distribuições Linux tanto à nível governamental quanto em nível de uso doméstico, utilizaram como principais argumentações as seguintes contra a adoção do software livre substituindo os proprietários já utilizados;
1. Nem todos os periféricos e dispositivos eram ou ainda são compatíveis com algumas das versões ou das distribuições dos sistemas operacionais GNU Linux, e podemos compreender como periféricos e dispositivos, os seguintes; impressoras, comuns ou multifuncionais, câmeras fotográficas digitais ou câmeras de vídeo de internet, a famosa webcam, modems e dispositivos em geral para realizar a conexão com a internet ou à redes de computadores, as vezes alguns sistemas operacionais Linux não eram compatíveis com periféricos e dispositivos padrões, tais como saída de vídeo, saída de áudio, dentre outros, isso por que os fornecedores dos periféricos unicamente forneciam em discos opticos (CDs), os arquivos necessários para o funcionamento do periféricos ou dispositivos unicamente para sistema operacional proprietário dominante, e o usuário, em sua natureza leiga e neófita, desconhece e prefere a continuar em desconhecer a culpabilidade dos fabricantes de periféricos e dispositivos em se negligenciar no fornecimento de compatibilidade com os sistemas operacionais livres e abertos GNU Linux.
2. O segundo argumento usado por pessoas que militaram contra a adoção do software livre e aberto a nível governamental e doméstico, alegaram as diferenças na usabilidade, ou o que chamamos de amigabilidade do software, que propõe a maneira de manuseio, ou operação do mesmo, em outras palavras, para usar um software livre e aberto, você deve reaprender a como usar um sistema operacional uma vez que as distribuições GNU Linux, não tem a obrigação de se comportar e de ser usado como são usados e como se comportam os sistemas operacionais proprietários, tal como o sistema operacional proprietário dominante internacionalmente e que por ser o mais usado se mantem mentalmente como uso padronizado na mente da população global. Em suma, os usuários do sistema operacional proprietário, reclamam das “dificuldades” assim por eles mencionados e descritos, em usar uma distribuição GNU Linux, isso por que as distribuições GNU Linux fazem quase tudo que o sistema operacional proprietário dominante faz, porém por caminhos e métodos diferentes do habituado pelos usuários que à anos utilizam o sistema operacional proprietário. As interfaces “características de aparência e modo de uso” das distribuições GNU Linux não tem a obrigação de seguir os padrões do sistema operacional proprietário dominante, apesar de que exista algumas distribuições e versões de sistemas operacionais livres e abertos GNU Linux que imitam ou simulam a forma de usar e aparência do sistema operacional proprietário dominante, mas ainda assim pequenas peculiaridades como instabilidades e pequenas diferenças ainda colocam os usuários ainda favoráveis ao sistema operacional proprietário dominante.
3, A terceira argumentação contra a adoção dos sistemas operacionais livres e abertos GNU Linux, tem haver com a falta de cursos que ensinem ou ensinassem, capacitando e facilitando aos usuários a estes novos e “misteriosos” sistemas operacionais livres e abertos, o governo ao adotar e difundir o uso dos sistemas operacionais livres e abertos, esqueceu de preparar o terreno, criando e facilitando a criação de novas instituições de ensino e cursos, e também comércios e lojas para dar suporte e assistência técnica especializada em distribuições GNU Linux, e mais incentivos fiscais para isso, possivelmente se cada usuário doméstico tivesse a seu alcance um número de profissionais em Linux disponíveis, como existe os técnicos e pseudo técnicos de bairro, de esquina, formatadores de computador, possivelmente na atualidade a realidade não seria a atual, não podemos nos iludir e garantir que as pessoas não trocariam as distribuições de sistemas operacionais livres e abertos GNU Linux pelo proprietário dominante, pois, muitas das pessoas que adquiriram computadores com distribuições de sistemas operacionais livres e abertos GNU Linux, assim o fizeram de prévia má-fé, em saber que, ao adquirir um computador sem o sistema operacional proprietário dominante, não viria embutido o preço da licença do mesmo, pois quando os computadores adquiridos vem com o sistema operacional proprietário dominante, o seu computador, paga pelo computador somado ao preço da licença de uso do sistema operacional proprietário dominante. Em suma, as pessoas compravam computadores com Linux para pagar mais barato e posteriormente chamava o seu “amigo técnicos de bairro” para remover o Linux e por o sistema operacional proprietário, de forma ilegal “pirata”, a um custo menor do que o custo da licença cobrada quando o computador é adquirido com o sistema operacional proprietário.
4. A quarta argumentação dos opositores à adoção de software livre e aberto no governo federal e a difusão para uso doméstico, é ou a de falta de suporte ou a existência do suporte, porém de forma inadequada, das comunidades, empresas ou das instituições que fornecem aquela dada distribuição do GNU Linux adotado, ou a ser adotado, assim em muitos casos as (comunidades, empresas ou instituições), não serem formadas por pessoas jurídicas, uma exigência formal de muitas instituições, dentre ela o governo federal de nosso país. Mas principalmente a falta de ou a existência porém inapropriada de uma instituição para prestação de suporte a ou às distribuições adotadas ou a serem adotadas. Algo que pode ser remediado pelo próprio governo, gerando incentivos fiscais, e apoio institucional a quem assim deseja-se criar ou manter órgãos, instituições, comércios, empresas, comunidades para prestação de suporte técnico especializado ao governo federal assim como também a usuários domésticos.
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